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Carteiras de criptomoedas em hardware

Quem guarda as chaves, se o código é aberto, se o desenvolvimento está vivo. A nota é nossa e feita apenas do que se pode verificar.

As chaves ficam num aparelho à parte, sem ligação à rede. 10 registos

NomeNotaCódigoÚltima actualizaçãoRevisões de códigoChaves
BitBox028/10Apache-2.028 de agosto de 2026Com o utilizador
Coldcard8/10Aberto25 de agosto de 2026Com o utilizador
Keystone8/10Aberto25 de agosto de 2026Com o utilizador
Ledger8/10MIT30 de agosto de 2026Com o utilizador
OneKey8/10Aberto30 de agosto de 2026Com o utilizador
Tangem8/10Aberto27 de agosto de 2026Com o utilizador
Trezor8/10Aberto30 de agosto de 2026Com o utilizador
Ellipal2/10FechadoCom o utilizador
NGRAVE2/10FechadoCom o utilizador
SafePal2/10FechadoCom o utilizador

Como funciona

As chaves ficam num aparelho à parte que nunca vai à rede. A assinatura acontece lá dentro: o computador entrega a operação por assinar e recebe de volta a assinada, enquanto a chave nunca sai. Um programa nocivo no computador não tem o que intercetar. Em troca surgem outras preocupações: o aparelho perde-se e parte-se, e deve comprar-se ao fabricante e não em segunda mão, porque um aparelho adulterado conhece a sua chave desde o início. O verdadeiro segredo não é o aparelho mas a frase de recuperação anotada ao ligá-lo pela primeira vez: com ela a carteira renasce noutro aparelho, e com ela também a leva quem a ler.

De que é feita a nota

Carteira: código aberto 3, desenvolvimento nos últimos três meses 3 (num ano 1), revisão de código 2, chaves com o utilizador 2.

Nota baixa quer dizer «pouco pudemos verificar», não «má escolha». Em código fechado não há o que ver: é falta de provas, não uma acusação.

Código aberto e desenvolvimento, do GitHub; revisões e redes, da DefiLlama. A lista é nossa.